Olá, BichinhoBichinho assassino!Bichinho Branco de Pelado.Te como, assimde longe, sem querer e saber,com o meu másculo sensível, invisívelmenteatravés do veículo silencioso de sua face,corro as mãos,no selvagen de teu corpo,sob minha visão: ( poco confiável).Bailaria horrivelmente trepadaen cima de um banquinho pretode madeira clássica,pra você rir de mim...Atropeçaria nos sacos preto de lixos nas ruas da cidade noturna,só pra você rir de mim...(mesmo sabendo que você já deve estar rindo de mim)Caio.Me impressionao que quer me impressionar;A pressão ocupa um lugar de imaginações,onde eu sempre vou morar.Quando te vi, Bichinho Assassinoassassinas-te o que já está assassinado em mim,me conseguiu ferir cuidadosamentecom minha própia arma; o abandono!e íntima e inquietanteme mato.O aroma de sangue; Que doce!!Entra por meu narizcomo uma metastase vitalatingindo todo meu corpo.Os olhares condescendentes.. passaram: me molestam.Você, doce-fel, acaricia-me só no: Estar.Para esta miragem de face tua, sairem de minhas imaginaçõesTenho que meter-me junto ao motor das piscinas antigas, ruidosas e escuras:Nesse escuro vejo seu Branco BichoNesse ruido, o silêncio de sua faceO mundo corre... eu sempre igual...com meus passos lúdicos,e pele feromoniais...Bichinho, ver-te é como o pôr-do-soltão distanteinalcansávelmas presente... y, apósAlegria de lírios...Seria a que, acariciaria seu rosto e corpo todo com creme...Mas te incomodarias: Tenho mãos pequenas...
eu.